29 março 2008
Pintura escrita...

Almada Negreiros (pinta Fernando Pessoa)

Ana Hatherly
(a escrita)
Muitos pintaram gente que lê

Todos estes quadros podem ser vistos no Centro de Arte Moderna em Lisboa (Gulbenkian)
Procura tu artistas pintores que tenham pintado quadros com pessoas a ler, ou pinturas (quadros) com letras. Não te esqueças de recolher as referências dos nomes dos autores das obras. Se puderes, imprime e leva para a aula.
submetido por Lourdes em 22:15 | 2 comentários
23 março 2008
Poesia Escrita
e Visual no dia Mundial da Poesia


O Ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, esteve lá e também disse poesia

Também marcaram a sua presença um grupo de alunos de uma escola da região do Porto (EB 2+3 da Agrela) e participaram, dizendo poesia.

Ana Hatherly com este quadro abria as várias salas.
Iam acontecendo várias coisas, do dizer poesia, até ao fazer poesia,
tendo como referência escritores conhecidos, mas com
regras de experimentação para conseguir uma poesia visual.

A primeira leitura que fazemos do mundo quando nascemos é a de um mundo de imagens. Ver é um processo natural. Ler e escrever é uma aprendizagem


Os pintores ou poetas que fazem poesia visual tentam fazer uma poesia em que não haja barreiras de leitura entre a palavra e a sua expressão gráfica. Os pintores/poetas crêem que ao fazerem um poema visual esses poemas podem ser lidos e vistos por todos, sejam eles crianças, adultos, jovens, cidadãos comuns, intelectuais ou analfabetos, que podem ver/ler as imagens e interpretá-las através das suas vivências e experiências.
Até 20 de Abril podes visitar esta exposição - Escrita Pluriversa - de Ana Hahertly, no Centro Cultural de Belém (Lisboa).
submetido por Lourdes em 17:10 | 4 comentários
21 março 2008
A Primavera...
A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal", e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal" tem início, no Hemisfério Norte, a 20 de Março e termina a 21 de Junho.
Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no Solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.
Como se constata, no dia do equinócio, o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respectivo.»
No meu jardim a Primavera está visível nas frésias que dão cor à relva.



As árvores de fruto que estiveram adormecidas, agora, estão floridas e as folhas começam também a despontar.


ADORO O MEU JARDIM, que se veste de Primavera, em cada ciclo da Vida, para que ela nos sorria.
submetido por Lourdes em 14:26 | 3 comentários
17 março 2008
Poesia Escrita e Poesia Visual


Poesia em livro para ser lida, dita, ouvida e sentida...
Algumas imagens do lançamento do livro Poemas de Menagem, de Jorge Castro...

... Houve música, cânticos e poesia numa festa de homenagem a alguns, abraços a muitos ...

Executando o trabalho com técnica de pastel

submetido por Lourdes em 17:46 | 2 comentários
13 março 2008
Convite - Poemas de Menagem

Junta de Freguesia de Carcavelos
será lançado o novo livro de Jorge Castro
com capa de Lourdes Calmeiro
Poemas de Menagem
Entrada livre - este convite tem, por destino, todos.
a um poeta
a um pintor
a um amigo
a alguém que cruzou os céus comigo
na urgência de viver
sem querer saber
de que é feito o amor
ou o destino
nessa arte que se tem de ser feliz
por saber de tanta cor
o arco-íris
submetido por Lourdes em 15:07 | 3 comentários
08 março 2008
Sou Professora aqui e agora...

Hoje participei na maior manifestação em que alguma vez tinha participado. Os professores exigem dignidade para exercer a sua profissão. Querem um ensino de qualidade e não economicista, burocrata e cego relativamente aos reais interesses de todo um povo e de uma nação milenar.
Hoje, senti um orgulho acrescido por ter abraçado a carreira docente.

submetido por Lourdes em 22:15 | 6 comentários
06 março 2008
Palácio da Pena - séc. XIX - aula de História


A mistura de estilos de que é composto, (neo-gótico, neo-manuelino, neo-islâmico, neo-renascentista e algumas outras sugestões artísticas, como a indiana), foi intencional. A mentalidade romântica do século XIX sentia um grande fascínio pelo invulgar, pelo exotismo.
Na reconstrução manteve-se a estrutura básica. No entanto foram feitas alterações em quase tudo o que já existia. O arco do corpo, ladeado por duas torres, recebeu uma profusa decoração em relevo a imitar corais.
Figura do Tritão
simbolizando a Alegoria da Criação do Mundo
Uma figura de um ser híbrido, meio-peixe, meio-homem, saindo de uma concha com a cabeça coberta por cabelos que se transformam num tronco de videira cujos ramos são sustentados pela enigmática personagem, transformado num ser monstruoso de carácter quase demoníaco. Este conjunto, conhecido por pórtico do Tritão, foi pensado por D. Fernando, que o desenhou como um "Pórtico à alegoria da criação do mundo".
O conjunto das diversas guaritas, o desnivelamento dos sucessivos terraços, o
revestimento das paredes com azulejos neo-hispano-árabes, oitocentistas, são alguns dos elementos decorativos.
A planta do edifício é bastante irregular e foi condicionada por uma construção que já existia – a Capela de Nossa Senhora da Pena.
Na ala norte encontra-se a capela forrada a azulejos. Todas as torres
(exceptuando a do Relógio) receberam cúpulas. Os motivos de inspiração foram essencialmente colhidos em fontes mouriscas
A concepção dos interiores deste Palácio para adaptação à residência de verão da família real valorizou os excelentes trabalhos em estuque, pinturas murais e diversos revestimentos em azulejo do século XIX, integrando as inúmeras colecções reais em ambientes
onde o gosto pelo coleccionismo é bem evidente.

Para além de a Torre do Relógio, a arte manifesta-se no palácio em todos os seus recantos.
No Salão Nobre, onde estuques, lustres, móveis e pedaços de vitrais, do século XIV ao século XIX, e onde surgem vários elementos maçónicos e rosacrucianos; nos aposentos, num dos quartos existe um baixo-relevo de madeira de carvalho quinhentista, de autor desconhecido, de Arzila, comprado por D. Fernando em Roma; na Sala Indiana, onde repousam admiráveis obras de arte, como o lustre em cristal da Boémia e o Cólera Morbus, um baixo-relevo de Victor Bastos; na Sala Árabe, que expõe algumas das pinturas...
Os alunos sentiram o Palácio assim:
Rafael Guimarães - "Fiquei espantado com as vistas, muito belas!
... e com o que usavam antigamente, as peças de arte igualmente belas e os mecanismos !"
A Ana Rita - "Senti inveja, gostava de viver no Palácio ao mesmo tempo, também, senti alegria por ter a sorte de o poder visitar. ADOREI!"
Ana Carolina Baía - "Adorei o Palácio, é bom sempre aprender algo de novo."
José - "Adorei ver os quartos todos muito bonitos. A floresta era muito bonita, tenho a certeza que se eu levasse lá o mundo todos iriam gostar.
A Sofia - " A serra transmitiu-me confiança. Não sei porquê mas confiança a sério. Vi as suas árvores, os seus animais, a sua beleza e apercebi-me que não era uma serra normal! A serra parecia-me viva. O vento a passar por entre as árvores, o Sol a ver-se por entre os intervalos das folhas... é magnifico o que eu senti..."
O Francisco Machado - Eu gostei da visita de estudo porque gosto de conhecer o património nacional, estar em contacto com os séculos XV, XVI, XVI, XVII e XIX, viajar a sítios onde nunca fui. Gostava mesmo de descobrir mais coisas que se relacionam com a chave que está no portal e com algumas janelas."

Ana Rita Martins - "Nas visitas de estudo aprendemos sempre novas coisas da vida, os jardins transmitiram-me paz. As visitas de estudo marcam-me sempre."
Nuno - "Eu achei que no Palácio havia muitas coisas que me faziam lembrar outras coisas, talvez sonhos..."
Carolina Pereira - " Adorei o palácio, parecia que estava habitado. A Natureza parecia que estava a cantar para nós..."
submetido por Lourdes em 19:33 | 9 comentários
01 março 2008
Pintura: da observação à realização


Depois das visitas às exposições na Livraria Galeria Municipal Verney os alunos do 6º Ano, Turma A, da Escola Conde de Oeiras em Oeiras
fizeram experimentação de técnicas e uso da cor.

Os primeiros trabalhos foram sobre a obra de Maria Morais
http://www.mariamorais.interdinamica.pt/

Trabalhos dos alunos: Guilherme, Raquel, Madalena Teixeira, Débora, Dulce e Tatiana,

Agora os alunos estão a pintar a acrílico sobre tela.
Os temas foram escolhidos em parceria com a disciplina de Área Projecto onde procuram saber mais sobre o concelho onde vivem
(à esquerda Fábrica da Pólvora)


Juntaram os saberes teóricos aos saberes artísticos...
(à esquerda, paisagem)

... e escolheram o património arquitectónico, o desporto, a paisagem natural, os jardins dos século XVIII, os jardins contemporâneos, na realização dos seus trabalhos.
(Parque dos Poetas ao entardecer)
submetido por Lourdes em 22:19 | 4 comentários