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dot Trabalhos dos alunos


05 Novembro 2009

Diário Gráfico com João Catarino

Ontem, a turma H do 6º Ano teve uma aula diferente.

O Professor João Catarino veio até à Escola Conde de Oeiras, em Oeiras

Na sala de Educação Visual e Tecnológica falou de Diários Gráficos

Falou da sua experiência, da importância do desenho como forma de apreensão do meio, das pessoas e das coisas que nos rodeiam. Como forma de passar o tempo numa viagem de comboio, ou numa viagem a uma cidade, numa sala de espera no médico ou simplesmente para ter o prazer de desenhar.

Mostrou que para desenhar o jogo de matraquilhos usou duas cores, o desenho foi feito quase um por cima do outro, para nos dar a sensação de movimento e até de tridimensão

Aqui, por exemplo, a cor é usada para dar a noção de profundidade, mostrando vários planos: as pessoas em primeiro lugar mais próximas, mais longe e ao fundo a Sé, pelo meio ficam outros planos que são representados a azul e vermelho.

Por fim, os alunos da turma foram desafiados pelo professor João Catarino a fazerem um desenho nos seus diários gráficos.

A Mafalda e o André observam os desenhos dum dos diários gráficos do Professor João Catarino

Os alunos mostram o resultado do trabalho, agradecendo a aula que lhes foi proporcionada pelo Professor João Catarino. Para ver mais: http://desenhosdodia.blogspot.com/

submetido por Lourdes em 19:33 | 4 comentários links para este post

01 Novembro 2009

Astérix 50 Anos

Parabéns!

Astérix nasceu há meio século... Como o tempo passa!

Teve como progenitores:

René Goscinny

e

Albert Uderzo



Astérix é o herói. Pequeno guerreiro a quem são confiadas todas as missões perigosas por ser inteligente, por ter uma força sobre-humana, que lhe é conferida pela poção mágica preparada pelo druída da aldeia gaulesa onde vive.

O seu amigo inseparável é o Obélix, que tem como profissão o fabrico e transporte de menires, mas está sempre disposto a acompanhar o seu amigo Astérix nas suas prodigiosas aventuras. É um grande apreciador de javalis e tem por companheiro o seu cão, Ideiafix que, como bom ecologista que é, uiva desesperadamente quando vê alguma árvore ser derrubada.

Eles e muitos outros irredutíveis companheiros vivem numa pequena aldeia Gaulesa que, ciosa da sua liberdade, resiste ao invasor romano.

Mas o melhor é, mesmo, ler e viver mais este livro com novas aventuras destes dois amigos: «O Aniversário de Astérix & Obélix».



Hoje conheci o Mauro Dias numa aula de substituição. Ao falar do aniversário de Astérix, ele presenteou-nos, a mim e à turma, com este desenho feito no quadro.

submetido por Lourdes em 23:33 | 5 comentários links para este post

25 Outubro 2009

Azulejaria

O uso do azulejo em Portugal assumiu especial importância pela longevidade do seu uso, sem interrupção, durante cinco séculos.


Fachadas de edifícios no Centro Histórico de Oeiras
(alguns destes edifícios estão a ter obras de reabilitação)

Escadaria decorada com azulejos, no exterior do Palácio do Marquês, em Oeiras

Painel de azulejos de uma das salas do Palácio do Marquês de Pombal, em Oeiras

O azulejo é um óptimo material de construção, tão usado no exterior das fachadas dos edifícios como no interior, como elemento decorativo, como podemos ver nos exemplos das fotografias acima ( fotos de Lourdes Calmeiro)

O azulejo é uma peça cerâmica geralmente quadrada.
Pelo modo como foi entendido ao longo dos séculos, foi e continua a ser arte decorativa e suporte de expressão plástica de vários artistas portugueses.

Momentos de aula com a turma do 6ºH, também eles a pintarem sobre azulejo




Na fotografia à esquerda os alunos estão a passar o desenho para o azulejo com a ajuda de uma boneca de carvão.















A superfície que irá ficar visível é decorada e pintada com tintas de alto fogo. Depois de ser submetido a altas temperaturas - mais ou menos a 1200ºC - no forno especial chamado «mufla» essa superfície tornar-se-á vidrada. O azulejo ficará pronto a ser utilizada.



(fotos de momentos de aula; Ana Alice Miranda)

submetido por Lourdes em 18:29 | 6 comentários links para este post

16 Outubro 2009

Aulas de E.V.T.


Os alunos das turmas A e H do 6ºAno estão a criar um módulo para ser executado em azulejo

Estudos para azulejos tendo como base as formas geométricas

Equipamento pessoal de Educação Visual e Tecnológica.

Em computador, os alunos criaram uma lombada para ser usada na capa individual.

Trabalharam no programa WordArt.

A Turma G do 5º Ano, criou um monograma individual para ser usado na capa da frente:



submetido por Lourdes em 17:55 | 5 comentários links para este post

28 Setembro 2009

Geometria...

O termo "geometria" deriva do grego geometrein, que significa medição da terra (geo=terra, metrein=medição).

A Geometria é a mais antiga manifestação da actividade matemática conhecida.

Já cerca de 3000 a. C. os antigos Egípcios possuíam os conhecimentos de Geometria necessários para reconstituir as marcações de terrenos destruídos pelas cheias do rio Nilo, bem como para construir as célebres pirâmides.

No mundo actual em que vivemos a geometria está presente no quotidiano de todos nós, na natureza e nas construções feitas pelo homem.

A geometria pode ser usada para resolver um determinado problema com caracter de precisão sendo também usada pelos artistas de forma criativa e decorativa.
Em Portugal a geometria é usada em várias formas de expressão artística.

Aqui ficam duas das formas artísticas que fazem parte da nossa identidade como povo.

A Calçada Portuguesa e o Azulejo.

A calçada portuguesa, que faz parte de passeios e praças de Portugal e ainda de outros países por onde outrora fomos passando e deixando a nossa arte de pavimentar passeios de forma artística e ecológica. Sendo mesmo considerada Arte Pública:

O Azulejo é outra forma de expressão artística bem Potuguesa; a geometria é, também aqui, a base de decorações variadas que enriquecem os nossos edifícios. Esta forma é também ela uma forma de Arte Pública:

Fica o desafio: depois de saberes fazer as construções geométricas, cria o teu padrão geométrico para ser aplicado num azulejo...

submetido por Lourdes em 15:03 | 7 comentários links para este post

13 Setembro 2009

Educação Visual e Tecnológica

É uma disciplina com uma grande componente prática. Este vai ser um espaço para acompanhar, visualizar e apoiar o que vamos fazendo nas aulas e que será tanto mais rico quanto mais rica for a participação de cada um.

Esta é a disciplina onde se incrementam e apuram capacidades psicomotoras que desenvolvem as aptidões psíquicas, tendo a prática como consolidação dos conhecimentos teóricos do mundo em que vivemos.

Vamos: Olhar, Ver, Observar, Imaginar, Inventar, Pesquisar, Construir, Experimentar, Apreciar e Avaliar, adquirindo competências que vão ajudar a expressar ideias, utilizando a linguagem de comunicação visual, desenvolvendo:

- A Imaginação, a Criatividade e a Sensibilidade Estética e a Literacia em Arte.

Alguns exemplos do que fizemos nas aulas de E.V.T., durante o ano lectivo 2008/2009:

Neste ano lectivo 2009/2010 iremos prosseguir esta viagem ao conhecimento.

Bom Ano Lectivo para todos!

submetido por Lourdes em 00:59 | 8 comentários links para este post

30 Agosto 2009

Tróia - Comporta - Portugal




Na década de 60 do século XX fui, pela primeira vez, à praia, em Tróia. Era um paraíso terreste...

Não havia casas em alvenaria e as pessoas eram muito poucas.








Depois, uma GRANDE extensão de areia sem nada, para além das dunas, e da paisagem natural...




...no horizonte a Serra da Arrábida.

Tróia é uma das minhas zonas de eleição para fazer praia, pela água e pelas areias e pela envolvência Natural.



Fauna: libelinha nas dunas...




...diversidade vegetal,






Vegetação das dunas, até quando?
















À direita, a camarinheira, um arbusto das dunas com camarinhas, que é um fruto selvagem comestível, ao mesmo tempo doce e refrescante.

Foi-me oferecido um livro «Quando a Tróia era do Povo», feito por alunos de 9º ano da Escola Secundária D. João II de Setúbal. Dele, passo a citar um excerto datado de 1961, da autoria do arquitecto Rafael Botelho, num artigo intitulado «A Península de Setúbal é uma zona privilegiada que importa defender», publicado no jornal Diário de Lisboa:



«Tróia, tal como a Arrábida, fonte de beleza e saúde fisica e mental, como centro de recreio e cultura, que exige medidas de protecção, conservação e valorização, com a criação de um parque nacional e que, como noutros países, seja dedicado ao povo para seu benefício, educação e recreio e, como tal, conservado e usado por forma que se mantenha intacto para gozo das gerações futuras.»

O autor considera que «a valorização não pode nem deve ser obtida através da construção. Deve assentar no proveito integral dos valores naturais e nos seus excepcionais recursos, que não podem ser alterados ou prejudicados.

... Tróia e Arrábida devem ser encarados como munumentos, museu, laboratório aula de ciências naturais e, por isso, certas áreas merecem e exigem medidas de protecção e conservação integral - Reservas Naturais.»



Tróia há muito que foi alterada. Talvez esteja com melhor aspecto e tratamento do que há uns anos atrás, quando tudo se encontrava com um ar degradado. Hoje, conforme algumas noções de turismo, está assim...

Interessa saber até que ponto é salvaguardado o património natural com a sua biodiversidade e os reais interesses das comunidades humanas circundantes.



Neste Verão fui até à Comporta, fazer praia...








Os golfinhos, velhos conhecidos, ainda vieram cumprimentar-me...

submetido por Lourdes em 19:20 | 4 comentários links para este post

Setúbal - Portugal




Mais ou menos na década de 60, do século XX, Setúbal era um local onde eu ia fazer campismo com a Ana, a minha amiga de infância...

















Há alguns dias fui até Setúbal visitar uns amigos que me levaram pelo passeio pedeste, junto ao rio, integrado no Parque da cidade.
















O parque da cidade de Setúbal está muito agradável.






Gostei de me passear por lá, de recordar a minha infância... Outrora foi parque de campismo; hoje é o passeio da cidade, junto ao rio Sado.



A gruta, que ficava no fundo do parque, hoje está emparedada, já não se pode ir lá «aos gambuzinos»...

submetido por Lourdes em 18:17 | 3 comentários links para este post

29 Agosto 2009

Monsaraz - Alentejo - Portugal

Esta região foi habitada desde os tempos pré-históricos, nela viveram diversos povos que nos deixaram, como testemunho da sua passagem, monumentos megalíticos.

A título de exemplo, do lado esquerdo, temos a Anta do Olival da Pega, monumento que data de 3500 a 3000 A.C.





A Vila de Monsaraz fica no Alentejo. Devido à sua posição geográfica, a colina de Monsaraz sempre ocupou um importante lugar na História do concelho, tendo sido ocupada por diversos povos desde a pré-história.








No século VIII, era dominada pelo Islão, passando a chamar-se Saris, e fazendo parte do reino de Badajoz, um dos mais importantes focos de cultura árabe de então.









Em 1232, foi conquistada definitivamente aos muçulmanos por D. Sancho II, apoiado por cavaleiros templários. A vila foi, por isso, posteriormente doada à Ordem do Templo.













Em cima, um painel com vários exemplares de de tecidos, com técnica de tecelagem manual que remonta às origens da Vila de Monsaraz.

À direita, a loja da Mizette Nielsen, que divulga, preserva e vende os lanifícios alentejanos e outras formas de artesanato.


Vista do castelo onde, actualmente, a barragem do Alqueva (o maior lago artificial da Europa) nos proporciona magníficas paisagens como esta.















Uma das portas de Monsaraz

à esquerda Porta d'Alcoba










No passeio que demos, o almoço foi no restaurante «Alcaide» com uma belíssima paisagem da planície, onde a gastronomia alentejana nos deu o prazer dos sabores daquela região, ancestrais e bem portugueses.

























Em Monsaraz, o património histórico, a cultura, a paisagem, a gastronomia e o artesanato interagem e enriquecem-se mutuamente.

submetido por Lourdes em 17:37 | 3 comentários links para este post

24 Agosto 2009

Palácio de Monserrate - Sintra

Este palácio foi transformado em residência de Verão, no ano de 1856, pelo arquitecto inglês T. Knowles, para ser habitado pela família Cook.










A reconstrução foi feita a partir das ruinas da mansão neo-gótica, edificada por Gerard de Visme.

Actualmente está a sofrer obras de restauro depois de ter estado muitos anos fechado ao público.













Francis Cook foi o 1º Visconde de Monserrate; foi ele o responsável pela concepção do actual jardim.
Na fotografia à esquerda podemos ver a maior árvore do jardim, a Araucária-de-Norfolk. A sua altura é de 50 metros.







Ao passear pelo jardim, que também está a ser recuperado, vamos encontrando muitas mais árvores, também elas imponentes.













Em 1995, a UNESCO classificou a Serra de Sintra como Paisagem Cultural - Património da Humanidade.
O Palácio e a Quinta de Monserrate são parte desse Património.

Horário de visita, até 15 de Setembro: das 9h às 20h

submetido por Lourdes em 22:51 | 1 comentários links para este post