21 fevereiro 2009
Carnaval na Escola...
...teve muita e cor, que foi dada pelas máscaras e mascarilhas construídas nas aulas
Foram usados vários materiais e técnicas, desde a cartolina ao cartão, passando pelo gesso e pela pasta de papel e, ainda, pela esponja. Tudo serviu para esconder a cara e brincar ao Carnaval. Houve convívio entre alunos, professores e funcionários. A comunidade escolar brincou.
submetido por Lourdes em 18:16 | 9 comentários
13 fevereiro 2009
Carnaval - o que estamos a fazer
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Projectos de máscaras executados pelos alunos da Escola Conde de Oeiras
Turma B do 6ºAno
A festa do Carnaval aparece no século XI, como resposta que o povo deu a igreja católica, por ter imposto aos seus seguidores quarenta dias de jejum, a Quaresma, espaço de tempo que antecede a Páscoa, e que seria um longo período de privações onde não se poderia comer carne nem usufruir dos prazeres da vida. Como contrapartida, o povo achou por bem desfrutar da vida e dos seus prazeres, comer, dançar e brincar o mais possível antes de entrarem, então, na Quaresma.
Mais tarde, já no século XV, o Carnaval começa a enquadrar bailes de máscaras e desfiles de carros enfeitados. A festa torna-se mais organizada, assumindo as características gerais que lhe conhecemos hoje.
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Estudos para máscaras
Turmas A e H do 5ºAno
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Execução de máscaras,
em gesso, com a
Turma B do 6º Ano
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submetido por Lourdes em 19:20 | 5 comentários
09 fevereiro 2009
Cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro
Rafael Bordalo Pinheiro nasceu em Lisboa a 21 de Março de 1846 e morreu a 23 de Janeiro de 1905. Artista português com uma obra vasta, foi precursor do cartaz artístico em Portugal. Foi, também, desenhador, aguarelista, ilustrador, decorador, caricaturista, jornalista, ceramista e professor.
Algumas peças cerâmicas, representando animais e vegetais, de Rafael Bordalo Pinheiro
Em 1884 começou a sua ligação artística à Fábrica de Faiança das Caldas da Rainha. Rafael Bordalo Pinheiro dedicou-se à produção de peças de cerâmica que, nas suas mãos, rapidamente adquiriram um cunho original. Jarras, vasos, bilhas, jarrões, pratos, animais e outras peças demonstram o seu grande trabalho criativo.
A genialidade deste trabalho notável teve expressão nos prémios conquistados: uma medalha de ouro na Exposição Colombiana de Madrid (1892), em Antuérpia (1894), novamente em Madrid (1895), em Paris (1900), e nos Estados Unidos, em St. Louis (1904).
Algumas peças cerâmicas, representando animais e vegetais, de Rafael Bordalo Pinheiro
As andorinhas que eram peça «obrigatória» nas casas portuguesas nos finais do século XIX e até meados do século XX.
O seu nome está intimamente ligado à caricatura portuguesa, à qual deu um grande impulso, imprimindo-lhe um estilo próprio que a levou a uma visibilidade nunca antes atingida. É, nomeadamente, o autor da representação popular do Zé Povinho.
Em 1884 começou a sua ligação artística à Fábrica de Faiança das Caldas da Rainha. Rafael Bordalo Pinheiro dedicou-se à produção de peças de cerâmica que, nas suas mãos, rapidamente adquiriram um cunho original. Jarras, vasos, bilhas, jarrões, pratos, animais e outras peças demonstram o seu grande trabalho criativo.
A genialidade deste trabalho notável teve expressão nos prémios conquistados: uma medalha de ouro na Exposição Colombiana de Madrid (1892), em Antuérpia (1894), novamente em Madrid (1895), em Paris (1900), e nos Estados Unidos, em St. Louis (1904).
Está em exposição até ao final do mês de Fevereiro de 2009, em Óbidos. É na rua principal, um pouquinho antes de chegar ao castelo. Vai até lá, vais gostar .
submetido por Lourdes em 22:35 | 2 comentários