28 julho 2007
Património Vegetal

O Parque e o Palácio da Pena são o expoente máximo, em Portugal, do Romantismo do século XIX.
Constituem o mais importante pólo da Paisagem Cultural de Sintra Património Mundial.


No ano de 1995, a UNESCO classifica a Serra de Sintra, onde se localiza o Palácio e o Parque da Pena, como Paisagem Cultural Património da Humanidade.


Depois do terramoto de 1755, o Mosteiro da Pena entrou em progressiva decadência devido aos estragos provocados pelo abalo sísmico, à passagem do tempo e à crescente escassez de recursos. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o mosteiro ficou abandonado.
Por volta de 1840, este encomenda ao Barão de Eschwege, arquitecto militar da Renânia, que trabalhava em Portugal, um projecto para um "Palácio Novo". Conservando os claustros, a capela quinhentista e alguns anexos, Eschwege desenha um palácio com constantes referências arquitectónicas de influência manuelina e mourisca.

Em colaboração com o Barão de Eschwege e o Barão de Kessler, D. Fernando II (reg.1853-1855) v

Além de espécies florestais europeias, foram introduzidas muitas outras originárias de regiões distantes. Foi o caso das sequóias e tuias da América do Norte, das araucárias do Brasil e da Austrália, das criptomérias do Japão e dos cedros do Líbano. Construiu-se assim, um ambiente construído de rara beleza e de enorme importância científica, para o qual aconselho uma visita.
submetido por Lourdes em 21:41 | 0 comentários
22 julho 2007
Parabéns!

Votos de Felicidades nesta nova etapa das suas vidas, com um poema (acróstico) de Jorge Castro:
Os dias correm sempre à flor das águas
Ligados num cantar de cotovia,
Girândola de vida onde as mágoas
Afluem de mão dada com a alegria…
E assim vão por nós passando os anos

Belos, feros, brutos, desenganos,
Ridentes ou quimeras perseguidas…
Um a um sermos dois, sermos a fonte,
No esplendor de viver as duas vidas
Onde quer que se encontre o horizonte.
- Jorge Castro

Ele próprio também tocou e animou a festa do seu casamento.
submetido por Lourdes em 12:22 | 2 comentários
21 julho 2007
Exposição de fotografia


“Com mãos tudo se faz e se desfaz”
Fazendo, Construindo, Criando.
Não são estas as mãos que desfazem a tranquilidade, a esperança ou o amor." -
Fernando Carvalho, autor da exposição de fotografia.

Na ausência de cor (o preto), o branco (o Conjunto de todas as cores) do giz
passa a mensagem na escola.
É na Biblioteca Municipal de Cascais - S. Domingos de Rana
que está a exposição de fotografia, a preto e branco, “MÃOS”
de Fernando Carvalho.
Estará por lá até 11 de Agosto de 2007
Horário: de 2ªFeira das 13h às 18h.
De 3ª a 6ª Feira das 11h às 19h
Sábado das 14h às 18h.
Vai até lá e vê o que as mãos são capazes de fazer,
quando alguém sabe olhar para elas com olhos de ver.
*
Ainda falando de mãos e servindo-me
de uma recolha de poesia popular feita por
Leite de Vasconcellos, deixo-vos esta quadra:
Ao passar's o ribeirinho,
Ao passares o ribeirão,
Meu amor casa comigo
Dá-me a tua d'reita mão
isto para vos anunciar que o professor Bruno Paiva vai casar hoje...

O alunos do 6ºAno das turmas E e I construíram com os suas mãos a prenda para o professor Bruno, um quadro;
Os alunos do 6ºAno Turma L escreveram com as suas mãos uma mensagem.
Ambos serão entregues, hoje, ao amigo e professor Bruno...
... e, como canta o Sérgio Godinho, "vem-nos à memória uma frase batida, hoje é o primeiro dia..." para a Olga e para o Bruno.
submetido por Lourdes em 11:16 | 0 comentários
15 julho 2007
Consciência de Identidade


Ao conhecermos a nossa História e identidade como povo podemos perceber melhor quem somos e que papel desempenhamos no mundo global.
Caretos de Podence - vieram de Trás-os-Montes, abriram a festa com gritos, saltos e chocalhadas. Vinham em alegre e provocadora correria fazendo balançar os chocalhos e os badalos usados nas vacas que, trazem dependurados à cintura e a tiracolo.
O Alentejo esteve representado com um grupo de homens que vive na Damaia, nos arredores de Lisboa, mas canta a sua terra. As vozes entoaram o cante, o coro fez-nos sentir o Alentejo em Algés.
Sabes que estes cantares são candidatos a património mundial pela sua beleza e diferença?
Depois, esta portuguesa, que canta músicas inspiradas nos cantares tradicionais.
Chama-se Amélia Muge. É apreciada noutros países e pouco conhecida entre nós.
São de Oeiras; têm várias profissões; são mulheres citadinas que cantam canções tradicionais de todo o país. Cantam a vozes, em coro, sem música de fundo. Com o seu excelente conjunto de vozes ensinam-nos a beleza dos cantares tradicionais portugueses.
Ouvi-las é um prazer para os sentidos. São o Cramol.
Já as ouviste? Se puderes, não as percas e vais entender melhor o que te digo.
Este espectáculo constituiu o encerramento do curso de Verão na Biblioteca de Algés que contou com a colaboração do
Instituto Estudos de Literatura Tradicional (IELT).
submetido por Lourdes em 17:46 | 1 comentários
06 julho 2007
"Cuscar" um pouco da vida dos professores...

submetido por Lourdes em 16:21 | 3 comentários